Archivo de la categoría "Brasil"

Logística Inversa – Logística Reversa. Anuncian curso de Actualización Profesional On Line en el Instituto Tecnológico de Logística.

Jueves, 9 de Septiembre de 2010

La Logística Reversa ocupa un espacio muy importante en la operación logística de las empresas, sea por su potencial económico o por su importancia para la preservación de recursos y cuidado del Medio Ambiente.

Cada vez más rigurosa en lo referente al descarte de embalajes, sobrantes, devoluciones y otros productos, las legislaciones nacionales obligan a las empresas a desarrollar estrategias reversas para dar un destino adecuado a los materiales que regresan por la cadena de suministros, algunos de ellos, de difícil disposición.

El Curso, que se desarrollara on line entre el 4 de Octubre al 3 de Noviembre de 2010, aborda desde los conceptos básicos hasta las formas de desarrollo y de implementación de los canales de distribución inversos – tanto los de post consumo y los de post venta – para productos de diversa naturaleza.

La Logística Reversa es enfocada, de esta manera, como el estudio de los canales de distribución reversos, una nueva área de la logística empresarial, aun muy reciente, que se concentran principalmente en el examen de los flujos inversos, aquellos que fluyen en sentido contrario al movimiento de la cadena directa.

Primer curso de América Latina en su campo, desarrollado por el Grupo de Investigación del Instituto Tecnológico de Logística, y dentro de las acciones de Responsabilidad Social Empresarial.

Información adicional en: www.grupocsl.org – www. Logisticaonline.org Comunicaciones a: csl.uy@grupocsl.org

BB financia usina de álcool na Colômbia. Numa operação típica do BNDES, BB empresta US$ 223 milhões para grupo israelense que vai comprar equipamentos brasileiros. Fernando Nakagawa, de O Estado de S. Paulo.

Jueves, 9 de Septiembre de 2010

O Banco do Brasil está financiando projetos internacionais cada vez maiores e começa a concorrer de frente com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No fim de semana, executivos do BB acertaram condições de um empréstimo de US$ 223 milhões para a instalação de uma usina de etanol na Colômbia.

Segundo as empresas envolvidas, é a maior operação privada realizada até hoje pelo Programa de Financiamento às Exportações, o Proex. O dinheiro vai beneficiar um grupo israelense que vai comprar equipamentos de uma fornecedora brasileira. O contrato será firmado em breve.

A operação, que se assemelha aos créditos concedidos pelo BNDES, será realizada por meio da Proex, linha usada para financiar a exportação de mercadorias. Ao mesmo tempo em que o BB fecha o contrato, a política externa brasileira mantém a meta de levar a cultura do etanol a mais países da América Latina, já que o governo pretende alçar o combustível à categoria de commodity internacional. (más…)

Empresas brasileiras têm US$ 15 bi investidos na África. Agencia Estado.

Jueves, 9 de Septiembre de 2010

A decisão de um profissional de uma empresa brasileira foi responsável por uma briga de pedras em um vilarejo no interior do Gabão. Moradores de vilas vizinhas, tradicionalmente rivais, partiram para a luta depois que a Vale resolveu misturá-los em um canteiro de obras. A iniciativa, que parecia bem intencionada, foi um desastre, mas serviu de lição para a mineradora brasileira.

A Vale está presente em seis países africanos e tem investimentos ao longo dos próximos anos da ordem de US$ 11 bilhões, entre compras de minas e obras de infraestrutura. Seu presidente, Roger Agnelli, não economiza no entusiasmo. Ele costuma dizer que o mais encantador no continente é que cedo ou tarde tudo que parece ser apenas um projeto passará para o plano da realidade. (más…)

Brasil. Situacion econômico financiera. Estudo do Ipea sobre Brics aponta produtos mais competitivos do Brasil.

Jueves, 9 de Septiembre de 2010

Os bens primários, como carne, produtos à base de óleo e semente, e os recursos naturais são os itens mais competitivos na pauta de exportações brasileira, aponta estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sobre a competitividade dos Brics (Brasil, Índia, China e Rússia).

Segundo o documento divulgado nesta quarta-feira, os produtos russos com melhor preço no mercado global são as commodities energéticas, como gás natural e petróleo.

Já na China, o destaque é para os produtos com elevado nível de trabalho a partir dos quais o país consegue atingir menores preços por conta da mão de obra abundante e barata. A força de trabalho também é vantagem para a Índia. No país, os itens de maior competitividade externa são aqueles de menor sofisticação tecnológica, como chá e arroz.

O estudo também analisa o IDE (Investimento Direto Estrangeiro). O crescimento dos aportes russos em outros países o colocou no topo dos integrantes dos Brics neste quesito. A Rússia ocupa a 14ª posição entre os maiores investidores no mundo, e o principal destino é o grupo dos antigos países integrantes da União Soviética e a Europa. (más…)

Capitalização pode tornar Petrobrás a 2ª das Américas. Estatal espera levantar até R$ 126,7 bilhões com a venda de ações, em processo que deverá ser o maior da história e aumentará fatia da União. Nicola Pamplona, Kelly Lima – O Estado de S.Paulo.

Miércoles, 8 de Septiembre de 2010

A Petrobrás divulgou ontem as bases de seu processo de capitalização, que deve ser o maior da história global e levará a estatal a disputar com a Apple o posto de segunda maior empresa das Américas em valor de mercado. Tomando por base o valor das ações no último dia 1.º, a Petrobrás espera levantar até R$ 126,7 bilhões com a venda das novas ações, processo que vai levar a um aumento da participação da União na companhia.

A divulgação dos detalhes e prazos provocou uma corrida por ações da companhia na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), após meses de queda. As ações ordinárias (com direito a voto) subiram 4,71% e as preferenciais, 4,35%.

Segundo o prospecto enviado ontem à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Petrobrás vai emitir 3,7 bilhões de ações, numa operação dividida em três etapas, com fechamento previsto para o fim de outubro (mais detalhes na página ao lado). O documento diz que a União e o BNDESPar já pediram a reserva de R$ 74,8 bilhões em ações. O valor é semelhante ao arrecadado pelo governo na venda de 5 bilhões de barris à companhia.

Na avaliação do mercado, o governo sairá do processo com maior participação na empresa, percepção reforçada por declarações de ontem do ministro da Fazenda, Guido Mantega. “O governo vai participar cumprindo suas prerrogativas legais, ou seja, na participação das ações que já possui na empresa ou até um pouco mais.” (más…)

Logística Verde – Eco logística. Anuncian curso de Actualización Profesional On Line en el Instituto Tecnológico de Logística.

Miércoles, 8 de Septiembre de 2010

La preservación del Medio Ambiente está ligado a los diversos sistemas logísticos, lo que ha llevado a la creación de la denominada Logística Verde o Eco Logística. La Logística Verde es la parte de la disciplina que se preocupa por los aspectos e impactos ambientales causados por la actividad logística.

En el curso, que se desarrollara on line entre el 4 de Octubre al 3 de Noviembre de 2010, se muestra como una buena gestión logística puede contribuir a la reducción de los impactos en el medio ambiente. Cada día se encuentra, a instancias de las Normas de la Serie ISO 14.000:2004, el cuidado y reducción de las presiones ambientales tales como la polución del aire, agua y suelo, la eficiencia logística en el consumo de combustibles y mimizacion y reutilización de los desperdicios.

Primer curso de América Latina en su campo, desarrollado por el Grupo de Investigación del Instituto Tecnológico de Logística, y dentro de las acciones de Responsabilidad Social Empresarial.

Información adicional en: www.grupocsl.org – www. Logisticaonline.org Comunicaciones a: csl.uy@grupocsl.org

Situación económica regional. Casi todos mejoraron, menos la Argentina. Subieron Panamá, Paraguay, Ecuador, Bolivia, Perú y Uruguay; mejor perspectiva en Colombia.

Miércoles, 8 de Septiembre de 2010

El repaso es revelador: Standard and Poor´s (S&P) elevó en lo que va del año la calificación otorgada a seis países de la región: Panamá, Paraguay, Ecuador, Bolivia, Perú y ahora Uruguay, y mejoró la perspectiva de las notas asignadas a República Dominicana y Colombia. Pero mantiene en el freezer a la Argentina.

Mal que le pese al Gobierno, que mantiene una mala relación con las calificadoras, S&P no está sola en esa consideración. Tampoco Moody´s lo hizo y sólo la agencia Fitch la mejoró algo, aunque al sólo efecto de sacar al país de la categoría “RD”, siglas que en inglés significan “default restringido”.

Se esperaba que, luego de haber concretado la segunda etapa del canje, las calificadoras mejoraran su opinión sobre la Argentina. Apenas dio ese paso, Fitch, y al sólo efecto de no dejar desarbitrada su nota ahora que el país regularizó la situación del 92% de la deuda impaga, aunque ese porcentaje no considera el default aún presente con el Club de París.

El resto de las agencias se limitaron a saludar el avance en la regularización de esos pasivos y en el reclamo de nuevos pasos para que el país normalice su relación con los mercados. “Si lograran concretar una colocación de deuda sería muy importante: mostrarían que el riesgo de embargos va aminorándose y que lograron reabrir un canal de financiación, aunque luego no necesiten usarlo porque lo que denominamos los fundamentos lucen sólidos”, sostuvo Sebastián Briozzo, director local de S&P.

Las mejores evaluaciones en la región fueron consecuencia de la manera en que cada país supo superar el sacudón global, mostrando manejos de política económica que les sirvieron para “reducir sus vulnerabilidades históricas”, señala. (más…)

Multinacionais devem aumentar investimentos externos em 2011 e 2012, aponta Unctad.

Miércoles, 8 de Septiembre de 2010

As empresas multinacionais (ou transnacionais) estão um pouco mais otimistas sobre a recuperação da economia mundial e aumentaram suas projeções de investimentos para 2010 e os próximos dois anos, mostra pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e o Desenvolvimento), após consultas a 236 empresas “transnacionais” bem como 116 agências de promoção de investimentos.

A sondagem mostra que, após o baque com a crise de 2008, com repercussões em 2009, o fluxo de investimento direto estrangeiro começou a dar sinais de recuperação a partir do segundo trimestre do ano passado. No entanto, “o nível geral de investimentos em meados de 2010 ainda permanece mais baixo na comparação com dois ou três anos atrás”, constatam os pesquisadores da Unctad.

Cerca de 43% dos executivos que responderam as questões da Unctad declararam ter elevado seus investimentos no exterior, neste ano, em comparação com 2009. Uma parcela de 58% respondeu que deve aumentar ainda mais os investimentos em 2011 e 2012.

Essas previsões refletem uma percepção mais positiva do cenário mundial. Se no ano passado, 47% dos executivos consultados manifestava pessimismo quanto às perspectivas para 2010, neste ano, 47% dos entrevistados expressa uma visão otimista sobre a economia em 2011, enquanto uma “sólida maioria” (62%) está otimista em relação a 2012. (más…)

Brasil supera EUA e é o terceiro país em lista de prioridades de multinacionais.

Miércoles, 8 de Septiembre de 2010

O Brasil é o terceiro numa lista de prioridades das empresas multinacionais em seus planos de investimentos no exterior, afirmou a Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e o Desenvolvimento).

O relatório sobre a perspectiva mundial de investimentos foi baseada em consultas a mais de 200 companhias transnacionais, bem com uma centena de agências de promoção de investimentos, que buscam atrair recursos externos para seus países.

O levantamento deste ano indica que a China ocupa o topo da lista das maiores prioridades das empresas transnacionais para o período 2010-2012. O gigante asiático é citado mais de 100 vezes quando os executivos são questionados sobre sua “prioridade máxima” nos seus planos de investimentos para o exterior.

Logo abaixo no ranking dos países mais citados vem Índia e Brasil, que no ano passado estavam em 3º e 4º lugares, respectivamente.

Os Estados Unidos, no mesmo período, caiu de 2º para 4º. Na sequência aparecem Russia, México, Reino Unido, Vietnã e Indonésia.

“Pela primeira vez, as quatro maiores economias emergentes — China, Índia, Brasil e Russia– estão ranqueadas entre os cinco maiores destinos de investimentos”, afirmam os analistas da Unctad, destacando ainda a proeminência dos países asiáticos, mencionados seis vezes na lista das 15 maiores prioridades.

A pesquisa também destaca a presença cada vez maior de empresas dos países em desenvolvimento no fluxo global de investimentos diretos estrangeiros. Consultadas, as agências de promoção de investimentos (que procuram atrair recursos externos para seus países) listam empresas da Índia e da Federação Russa entre as dez “fontes” mais promissoras, num período de três anos.

“Embora ainda limitado, o número de transnacionais de países em desenvolvimento com planos mundiais de investimentos em larga escala está crescendo”, avaliam os especialistas da Unctad.

A maior parte (202) das 236 empresas ouvidas pela Unctad são de países desenvolvidos, sendo que a Europa (131) é o continente de origem de mais da metade dessas companhias. A maioria (61%) é do setor industrial, sendo que 35% atua no setor de serviços. Por tamanho de ativos, uma parcela de 44% possui entre US$ 500 milhões e US$ 4 bilhões, enquanto outros 35% tinham menos de US$ 500 milhões.

Situacion economico financiera global. Interdependência virou problema para os EUA. Como consequência do crescimento chinês, economias dos dois países estão intimamente conectadas e em permanente tensão. Denise Chrispim Marin. O Estado de S.Paulo.

Martes, 7 de Septiembre de 2010

A China soube expandir sua produção e capacidade econômica de tal forma a tornar os Estados Unidos, ainda a maior potência mundial, dependentes das oscilações do mercado chinês e das decisões tomadas por Pequim. Hoje as economias de ambos os países estão intimamente conectadas e em permanente tensão.

“Os dois países sabem que um precisa do outro, como dois escorpiões dentro de uma garrafa”, afirma David Lampton, decano da Universidade Johns Hopkins e ex-presidente da Comissão Nacional sobre EUA-China. “Essa interdependência tornou-se um obstáculo aos dois lados”.

Em 2008, o comércio EUA-China alcançou US$ 407,5 bilhões – US$ 40 bilhões a mais que todo o comércio exterior brasileiro no período. Os EUA amargaram um saldo negativo recorde de US$ 268,0 bilhões. Suas exportações ao mercado chinês corresponderam a apenas um quinto de suas importações de bens daquele país. Em 2009, ano de retração da economia mundial, esse déficit não deixou de ser expressivo. Totalizou US$ 226,9 bilhões – 60,5% do saldo negativo global dos EUA.

Porém, enquanto as exportações americanas para o mundo todo despencaram 20% em 2009, em decorrência da crise econômica internacional, seus embarques para a China recuaram apenas 0,2%, graças à atividade chinesa menos afetada e em expansão. Isso significou, segundo Lampton, alívio para setores produtivos americanos. (más…)


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